SOC autônomofoco da casa

A IA faz a triagem.Você só afina.

Um SOC que não dorme e não depende de uma sala cheia de analistas. A inteligência do HORUS, do Fenrir e do Kryon Prism tria os alertas 24/7. Só o que é incidente de verdade chega a um humano. Você não contrata plantão: contrata a licença da ferramenta, um pacote de horas de tuning mensal e a sustentação. O resto é a máquina.

Como funciona
  1. 01

    Ingestão

    EDR, identidade, rede, nuvem e logs entram normalizados no XDR HORUS e nos módulos Fenrir.

  2. 02

    Triagem pela IA

    Cada alerta é classificado, correlacionado e enriquecido automaticamente. O ruído morre na origem, sem fila de analista.

  3. 03

    Escalada do que importa

    Só o incidente real chega a um humano: com contexto, evidência, MITRE e a resposta sugerida.

  4. 04

    Tuning contínuo

    As horas mensais afinam regras, baselines de UEBA, correlação e playbooks. O SOC fica melhor a cada mês.

O que você contratasem sala de plantão · sem SIEM de terceiro
01

Licença da ferramenta

XDR HORUS, SOC Fenrir e CTI Kryon Prism em produção. A plataforma que faz a triagem é própria, não um SIEM alugado de terceiro.

02

Pacote de horas · tuning mensal

Especialista afinando detecção, UEBA, correlação e automação todo mês. Você paga a inteligência que ajusta, não uma equipe de plantão.

03

Sustentação

Atualização, monitoração da própria plataforma e suporte. O SOC roda; a gente mantém.

Modelo pensado para quem não quer (nem precisa) montar um SOC do zero: a plataforma e a IA já existem; você entra com o escopo e as horas de tuning.

Montar o SOC autônomo
Plataforma própriaP-02

FENRIR.

Módulos sobre Wazuh

Quando o cliente já tem Wazuh, a gente não troca: estende. UEBA, threat hunting em grafo e SOAR com confirmação em duas etapas entram como módulos nativos no próprio dashboard, no menu Fenrir.

  • Wazuh
  • OpenSearch
  • n8n
  • Node.js

04 capacidades · 04 componentes · 07 capturas

Capacidades
  1. P-02.01

    UEBA integrada

    Motor de baseline lendo o indexer, com alertas devolvidos ao Wazuh como regras próprias e contrato de dados versionado.

  2. P-02.02

    Threat hunting em grafo

    Pivot por IP, host, usuário, hash ou URL, com expansão de relações em grafo interativo.

  3. P-02.03

    SOAR com trava

    Playbooks de bloqueio em FortiGate, Zscaler, SentinelOne e Entra ID, com confirmação em duas etapas, justificativa obrigatória e auditoria completa.

  4. P-02.04

    RBAC no servidor

    Autorização checada no backend, não na interface. Toda execução vira evento auditável no Wazuh.

Capturas · ambiente real
01 · Os módulos entram como categoria nativa na navegação do dashboard, junto das seções padrão.
02 · 2.803 entidades monitoradas, alertas por dia e severidade, distribuição de risco ao vivo e lag do consumidor.
03 · Risco por entidade com fonte, pico histórico e horário da última anomalia.
04 · Grafo de pivot a partir de um alerta: host, usuários, hashes e arquivos relacionados na janela investigada.
05 · Bloqueio de IP em duas etapas (alvo e justificativa, depois confirmação), idempotente e verificado na API do FortiGate. Reversível por desenho.
06 · Toda execução registrada: usuário, alvo, etapa, justificativa e ação de desfazer.
07 · Estado de cada integração, workflows referenciados, sucessos, falhas e último erro.

Nota · Capturas de ambientes em produção. Identidades, hostnames, IPs públicos e o nome da organização foram substituídos por valores genéricos antes da publicação. Volumes, regras e interface são reais.